Fernando de Noronha
Um arquipélago no meio do Atlântico onde a visibilidade embaixo d'água chega a quarenta metros e golfinhos aparecem toda manhã sem aviso.
Fernando de Noronha existe em outra frequência.
A taxa de preservação ambiental limita o número de visitantes. Não há semáforo, não há shopping, não há sinal de celular confiável. O que há são vinte e um ilhas e ilhotas, água de quarenta metros de visibilidade e uma população de golfinhos-rotadores que volta todos os dias para a Baía dos Golfinhos sem que ninguém precise chamar.
A Baía do Sancho aparece com frequência nas listas de melhores praias do mundo — e, vista de dentro, faz sentido. O acesso é por escadas na rocha ou pelo mar. O fundo é cheio de tartarugas. A cor da água não tem nome preciso.
Noronha pede planejamento: reserva com antecedência, passagem aérea cara e orçamento generoso. Quem vai entende por que vale.